estou vazia.


carnival of shivers.Carnival of Shivers – Closing Day.carnival of shivers.
+i want to know all the dirty details i want to go over the debris with tweezers and baggie and pick up nail clippings and pubic hairs i want to forget about everything i want to go to bed with the conscience whitewashed and dream the dream of the forgiven i want to cast away this hardened shell i want to break every window with molotov cocktails and let the flames kiss my forehead goodbye.+
or then the sordid dawn will buss the border of my dress while the orgiastic wind moans because I presag


while my hands drifted.//telegramawhile my hands drifted.
escrevo para te dizer que
nasci torto no crescendo do céu químico, obsoleto pútrido como a manga do teu espaço escrevo para te dizer que sei de mim que sou dos dias e dos matagais das sombras frescas e dos sismos escrevo para te dizer que soçobro da cafeína
para te dizer que te escolho dos rios, da calçada
dos gritos dos taipais da sombra dos edifícios.
--
i write to tell you that i was born crooked in the crescendo of the sky chemic, obsolete putrid as the sleeve of your space i write to tell y


on the wind glibness.//porque somoson the wind glibness.
nem todos os dias amargam nos dedos ossudos da Mãe sarnenta a mesma que nos entorpece quando caímos nem todos eles se esgotam quando tortos nos despenhamos uns porque sim outros porque sim-senhor
nem todos porque todos seriam a mesma mão ossuda que nos sacode no berço pútrido a que chamamos respirar.


ler aos saltos e as avessasOs passos, do cínico transformador transmutador de casuais e fortuitos enganos, desenganam-se com o risco, quer o começo e o fim emirjam da água sólida com o estrondo de horríveis uivos que estremecem mais a cabeça que o ouvido, quer desiguais holofotes tapem o olhar a cada um.ler aos saltos e as avessas
//
Vamo-nos pontapeando, rolando até ao canto onde jaz o insecto que já não estrebucha
ilesos, mas sufocados vivos, não acordados
//
Estorninhos num tornados de tormentas Aves vergadas em vendavais Em círculos duma brisa


para as pessoas feiasSão adornos sintécticos da semana febril, fumo de escape que teima em advirpara as pessoas feias
O insólito que
rasga o choque fútil da lama espalhada na face do homem punk
São agulhas de pinheiro sob borbulhas em erupção alergias de tamanho incómodo, o pólen, em seis pés de homem cão.
just say so
please, take this grapefruit, i insist
--
"Now shut up, you distasteful Adbekunkus"
´
)=#"(/$&
fogo.
(nem que durma agora me imagino triste)
--
i am so sure you weren't cropped yet.
*ponces on you and returns your customized-for-ladies-only hug*
how have you been??
Mas continuo a dizer que o poema é mais acido do que negro...um acido que corroi a alma de quem le as tuas palavras
Ah ja soube que a sua amiga D.bee encontrou um zangao as minhas felicidades
Pensei k vcs (ela) estavam no gozo ***
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